Governador recém-empossado do Amazonas anuncia reformulação com 11 mudanças

Mudanças atingem áreas estratégicas e marcam o início da nova gestão estadual

Amazonas – O novo governador do Amazonas, Roberto Cidade (União Brasil), anunciou, na tarde desta segunda-feira (5), uma reforma administrativa com mudanças em 11 secretarias estaduais.


Entre as alterações, está a nomeação de Gustavo Adolfo Igrejas Figueiras para comandar a Secretaria de Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti). A pasta era anteriormente chefiada por Serafim Corrêa, vice-governador eleito na chapa de Cidade.

Cidade tomou posse na tarde desta última segunda-feira (4), juntamente com o vice-governador Serafim Corrêa, e vai cumprir o mandato até janeiro de 2027.

A lista completa dos novos secretários e dirigentes é:

  1. Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz): Dario José Braga Paim
  2. Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Desporto (Seduc): Jander de Lima Lasmar
  3. Secretaria de Desenvolvimento Metropolitano e Unidade de Projetos Especiais (Sedurb): Júlio César Lambeck Soares Neto
  4. Secretaria de Desenvolvimento de Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti): Gustavo Adolfo Igrejas Figueiras
  5. Secretaria de Estado de Administração (Sead): Robson Togni de Almeida
  6. Secretaria de Produção Rural (Sepror): Ricelli Viana Pontes
  7. Departamento Estadual de Trânsito (Detran): Marcos Jânio da Silva Costa
  8. Centro de Serviços Compartilhados (CSC): Ian Enderson Carmo Ribeiro
  9. Fundação Fundo de Promoção Social (FPS): Adriana Cunha Pimentel
  10. Agência Amazonense de Desenvolvimento Econômico Cultural (AADC): Cândido Jeremias Neto
  11. Processamento de Dados do Amazonas (Prodam): Renato Borges de Souza

A chapa formada por Roberto Cidade e Serafim Corrêa foi eleita por unanimidade na segunda-feira (4), em votação aberta e nominal, com a participação dos 24 deputados estaduais.


Pela primeira vez na história do Amazonas, o governador e o vice foram escolhidos sem voto popular, conforme prevê a Constituição estadual para situações de vacância nos dois últimos anos de mandato.

A eleição indireta foi realizada após a renúncia do então governador Wilson Lima (União Brasil), pré-candidato ao Senado, e do vice Tadeu de Souza (Progressistas), que não anunciou intenção de disputar cargos eletivos.

Por jornalista Débora Alcântara

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