Eduardo reage e ataca Moraes após vídeo quase derrubar domiciliar de Bolsonaro

Deputado critica decisão do STF, fala em perseguição política e diz que medida tenta criar narrativa contra ele.

Política – O deputado federal Eduardo Bolsonaro reagiu publicamente após a repercussão de um vídeo que quase provocou a revogação da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro.

A gravação, feita pelo parlamentar, levou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a solicitar explicações formais à defesa do ex-presidente. A medida ocorreu diante da suspeita de possível descumprimento das regras impostas ao regime domiciliar, que proíbe Bolsonaro de acessar celulares ou conteúdos digitais.

Veja o vídeo acessando o link:

https://www.instagram.com/reel/DWjWmb5gR4s/?igsh=MTRhaHBmZHB4bDcxdg==

Deputado fala em motivação política

Em publicação nas redes sociais, Eduardo Bolsonaro criticou duramente a decisão de Moraes e afirmou que o pedido de esclarecimentos tem caráter político.

Segundo o deputado, a iniciativa do ministro não teria base jurídica, mas sim a intenção de construir uma narrativa contra ele.

> “A gente sabe que isso não tem nada de jurídico, a intenção é 100% política”, declarou.

O parlamentar também afirmou que o episódio seria mais uma tentativa de atingi-lo diretamente no cenário político.

Ataques e recado direto ao ministro

Ainda na mesma publicação, Eduardo elevou o tom das críticas ao ministro do STF e afirmou que não pretende recuar em sua atuação política.

> “Eu não vou parar”, disse.

Em seguida, direcionou um recado direto a Alexandre de Moraes, acusando o magistrado de ignorar outras questões mais relevantes e insinuando irregularidades, sem apresentar provas.

Risco de perda do benefício

O episódio ganhou grande repercussão porque poderia ter consequências diretas para Jair Bolsonaro. Caso fosse comprovado o descumprimento das regras da prisão domiciliar, o ex-presidente poderia perder o benefício e retornar ao sistema prisional, na unidade conhecida como Papudinha, em Brasília.

A situação reforça o clima de tensão entre aliados do ex-presidente e o STF, além de ampliar o debate sobre os limites das medidas judiciais e a atuação política de familiares.

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