Moradores do Cacau Pirêra se mobilizam contra instalação de novos medidores de energia

Comunidade do distrito de Iranduba cobra transparência e teme impactos no valor da conta de luz com implantação do novo sistema.

Manaus – Moradores do distrito de Cacau Pirêra, no município de Iranduba, estão organizando uma mobilização comunitária contra a instalação de estações de medidores de energia elétrica na região. O movimento ganhou força nos últimos dias e reúne famílias que pedem mais esclarecimentos sobre o funcionamento do novo sistema.

A principal preocupação dos moradores está relacionada aos possíveis impactos financeiros nas contas de energia elétrica. Segundo relatos da comunidade, ainda faltam informações claras sobre como será feita a implantação dos equipamentos e quais mudanças poderão ocorrer no consumo e na cobrança das tarifas.

Comunidade pede mais transparência


Os moradores defendem que qualquer alteração no sistema de medição de energia deve ser debatida com antecedência junto à população. A comunidade também cobra maior transparência por parte dos responsáveis pelo projeto e quer acesso a informações técnicas antes da instalação definitiva dos equipamentos.

Entre os questionamentos levantados pelos moradores estão possíveis reajustes nas contas de luz, mudanças na forma de medição do consumo e os critérios utilizados para a implantação das estações no distrito.

Mobilização reúne moradores do distrito

Vídeos e manifestações compartilhadas nas redes sociais mostram moradores reunidos em diferentes pontos do Cacau Pirêra para discutir o tema e acompanhar a movimentação relacionada à instalação dos medidores. Os participantes afirmam que o objetivo não é impedir melhorias no fornecimento de energia, mas garantir que a população seja ouvida antes da execução do projeto.

O receio de aumento nas tarifas tem sido o principal motivo da mobilização popular. Parte dos moradores afirma que deseja garantias de que o novo modelo não irá gerar cobranças consideradas abusivas ou prejudicar famílias de baixa renda.

A comunidade também pede que representantes da empresa responsável e órgãos públicos realizem reuniões abertas para apresentar detalhes técnicos e esclarecer dúvidas da população.

Fonte: AM POST

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