Diálogo técnico fortalece ações de vigilância e cuidado com a população e os animais.
Interior – A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto recebeu, na última quinta-feira (19/02), técnicos da Secretaria Municipal de Saúde de Presidente Figueiredo para uma reunião voltada ao alinhamento de estratégias de enfrentamento à esporotricose no município.
O encontro teve como foco a troca de experiências, a análise do cenário local e o fortalecimento das ações integradas entre Estado e município. A proposta foi avançar de forma articulada nas medidas de vigilância, prevenção e manejo da doença, tanto em humanos quanto em animais.
Para a diretora-presidente da FVS-RCP, Tayana Amorim, a aproximação com os municípios contribui para respostas mais efetivas. “Nosso processo de trabalho envolve colaborar, discutir fluxos e identificar demandas apresentadas pelos profissionais que atuam diretamente no território. Esse diálogo é fundamental para aprimorar as estratégias já desenvolvidas”, destacou.
Durante a reunião, a coordenadora de Vigilância em Saúde da Semsa de Presidente Figueiredo, Cristiane Girão, apresentou o balanço das ações realizadas em 2025. Segundo ela, o município vem intensificando atividades de prevenção e promoção à saúde, com atenção especial à redução de casos de esporotricose humana e animal. “Trouxemos um panorama das iniciativas locais e reforçamos a importância de manter o trabalho educativo junto à população”, explicou.
Também participou do encontro a coordenadora do Núcleo de Zoonoses da Semsa, Dayane Bastos, que reforçou que a esporotricose tem tratamento. “Orientamos de forma permanente que os tutores não abandonem seus animais. Ao identificar sinais da doença, é fundamental procurar o serviço veterinário para avaliação e tratamento adequados. O controle da esporotricose depende do esforço coletivo”, ressaltou.
A reunião reforça a importância da atuação integrada e contínua entre Estado e municípios, promovendo informação qualificada, assistência adequada e mobilização social no enfrentamento da esporotricose no Amazonas.
Fonte: texto Maíra Pessoa/ FVS-RCP