Família do menino usa as redes sociais para cobrar medidas mais duras, enquanto a Polícia Civil apura responsabilidades pelo medicamento aplicado no Hospital Santa Júlia.
Polícia – A médica Juliana Brasil Santos, investigada pela prescrição do medicamento aplicado no menino Benício no Hospital Santa Júlia, foi afastada de suas funções na rede Hapvida em Manaus. O desligamento das atividades ganhou repercussão na segunda-feira (1º), após manifestações dos pais da criança nas redes sociais, que vêm acompanhando e comentando cada desdobramento do caso.
De acordo com familiares, o afastamento da profissional ocorre cerca de uma semana após a morte de Benício, cuja causa ainda está sob apuração da Polícia Civil. Pelas redes sociais, os pais também passaram a questionar publicamente por que a médica não foi detida, mesmo depois de a polícia ter encaminhado um pedido formal de prisão. As manifestações reforçaram a comoção em torno do caso e ampliaram a cobrança por respostas.
O inquérito segue em andamento, e a Polícia Civil continua reunindo informações e documentos para concluir a investigação. A apuração envolve diretamente a médica responsável pela prescrição do medicamento, o Hospital Santa Júlia e a técnica de enfermagem que aplicou a medicação no menino. Somente após a análise de laudos e depoimentos é que as autoridades devem definir eventuais responsabilidades, sejam administrativas ou criminais.
A repercussão do caso segue intensa. Nas redes sociais, familiares de Benício e diversos internautas têm cobrado esclarecimentos e transparência em todas as etapas da apuração. Até o momento, porém, não foram divulgadas novas informações oficiais sobre o andamento do inquérito ou sobre possíveis medidas adicionais a serem tomadas contra os envolvidos.
Com informações do portalampost